ESCOLA E VERDADE, CURRÍCULO E COMPLEXIDADE

Ana Lúcia Fernandes de Araújo, Maria Celeste de Moura Andrade

Resumo


Ao longo do curso de Pedagogia (2003-2005), muitos questionamentos foram atravessando minha formação como educadora, paralelamente à minha prática como professora no ensino fundamental. Um deles foi relativo à questão do conhecimento instituído como “verdades” nas escolas e o outro à idealização da missão educacional. A idéia veiculada nas escolas de que se educa para “formar cidadãos críticos e conscientes de seu verdadeiro papel na sociedade” há muito me inquietava, pela sua constância no discurso dos professores/as. Um discurso repetido como uma cacofonia, como se houvesse uma certeza sobre esse papel e sobre as formas de implementá-lo.

Os questionamentos surgiram daí: Será isso possível? De que forma as escolas trabalham para formar cidadãos? Existe uma fórmula ideal, autônoma e consciente, para empreender tal formação? Quem ou o quê a garantem? Como se inserem os/as professores/as e os/as alunos/as neste contexto? Daí surgiu o interesse em investigar mais profundamente estas questões, já que minha hipótese era a de que nem a educação nem a sociedade podem ser pensadas como um modelo único e pré-determinado.


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