Do quadro para a tela: o estresse ocupacional docente diante das ferramentas digitais

Autores

  • Amanda da Silva Sant'Ana Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro - IFRJ, São Gonçalo, Brasil https://orcid.org/0000-0001-9060-3312
  • Albertina Maria Batista de Sousa da Silva Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro - IFRJ, São Gonçalo, Brasil https://orcid.org/0009-0003-2577-212X
  • Daysi Lucidi Gomes de Farias Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro - IFRJ, São Gonçalo, Brasil https://orcid.org/0000-0002-7771-7486

DOI:

https://doi.org/10.31496/rpd.v26i51.1943

Palavras-chave:

letramento digital, ferramentas digitais, estresse ocupacional docente

Resumo

Os professores não receberam o suporte necessário para manter o exercício da sua função quando ocorreu a COVID-19. A questão que norteia este estudo é: o exercício da docência através das ferramentas digitais contribui para o estresse ocupacional docente? O objetivo geral é analisar como o uso das ferramentas digitais na docência contribui para o estresse dos professores. A perspectiva metodológica é a abordagem qualitativa, o procedimento técnico utilizado é a revisão da literatura através do método da Revisão Integrativa com intermédio da base eletrônica de dados Capes (2022-2023). Os resultados indicam que a utilização de ferramentas digitais é um fator de estresse ocupacional docente. Contudo, o uso de ferramentas digitais não é o único fator que contribui para o estresse ocupacional docente. A falta ou ineficiência de políticas públicas para a formação inicial e continuada, aliada à má qualidade das condições de trabalho dos professores, também favorece o estresse ocupacional.

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Biografia do Autor

Amanda da Silva Sant'Ana, Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro - IFRJ, São Gonçalo, Brasil

Graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Especialista em Psicologia Organizacional pela Faculdade Unimais, em Práticas de Letramento pelo Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) e em Educação Especial e Inovação Tecnológica pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Atualmente é professora da rede municipal de São João de Meriti.

Albertina Maria Batista de Sousa da Silva, Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro - IFRJ, São Gonçalo, Brasil

Realizou pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em Ciência, Tecnologia e Educação (PPCTE) do CEFET-RJ. Doutora em Educação Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Mestra em Sistema de Gestão, com ênfase em Gestão Estratégica de Pessoas, pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Especialista em Gestão de Recursos Humanos e Reengenharia pela Universidade Candido Mendes (UCAM) e em Estratégia e Organização pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Licenciada em Letras pela FAEL e bacharel em Administração de Empresas pela Universidade do Grande Rio (UNIGRANRIO). Atualmente é professora do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico e docente de cursos de pós-graduação lato sensu no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ).

Daysi Lucidi Gomes de Farias, Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro - IFRJ, São Gonçalo, Brasil

Doutora em Ciência, Tecnologia e Educação pelo CEFET-RJ (2025). Mestra em Administração pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) (2018). Especialista em Marketing, Docência do Ensino Superior e Gestão Estratégica pela Universidade Candido Mendes (2006). Licenciada em Pedagogia pela Universidade Estácio de Sá (UNESA) (2006) e bacharel em Administração pela Universidade do Grande Rio (UNIGRANRIO) (1997). Atualmente é professora do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ) e docente de cursos de pós-graduação.

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Publicado

2026-04-10

Como Citar

SANT'ANA, Amanda da Silva; SILVA, Albertina Maria Batista de Sousa da; FARIAS, Daysi Lucidi Gomes de. Do quadro para a tela: o estresse ocupacional docente diante das ferramentas digitais. Revista Profissão Docente, Uberaba, MG, v. 26, n. 51, p. 1–22, 2026. DOI: 10.31496/rpd.v26i51.1943. Disponível em: https://revistas.uniube.br/index.php/rpd/article/view/1943. Acesso em: 11 abr. 2026.

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