La Docencia Desde la Perspectiva de la Sensibilidad: Una Discusión Epistémico-Metodológica Sobre el Método Persona

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.31496/rpd.v26i51.1738

Palabras clave:

educación de la sensibilidad, docencia

Resumen

La docencia desde la perspectiva de la sensibilidad revela una apertura hacia concepciones de la educación que dejan de estar centradas exclusivamente en una visión cientificista. En esta investigación, el ser docente es comprendido como un performer de la docencia poética, cuya identidad no se concibe como fija ni esencial. En este sentido, el objetivo general del estudio es comprender cómo el Método Persona contribuye a la construcción de la docencia desde la perspectiva de la sensibilidad. El Método Persona fue desarrollado por el profesor Mario de Faria Carvalho y ha sido utilizado en diferentes contextos educativos, entre ellos la asignatura Estética y Plástica, impartida por el autor en el curso de Diseño de la Universidad Federal de Pernambuco, Centro Académico del Agreste (CAA). El método fue creado a partir de la prueba AT-9 y de la obra Las estructuras antropológicas del imaginario, de Gilbert Durand, y se fundamenta en el proceso de barroquización. Para abordar esta perspectiva, la investigación adopta el método cartográfico propuesto por Gilles Deleuze, Félix Guattari y Suely Rolnik. Los resultados permiten concluir que el Método Persona no solo contribuye a la construcción de una educación basada en la sensibilidad, sino que también posibilita la territorialización de una nueva narrativa epistemológica: la construcción de la máscara.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Clécia Juliana Gomes Pereira Amaral, Universidade de Pernambuco - UPE, Garanhuns-PE, Brasil

Doctoranda y Magíster en Educación Contemporánea por la Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Centro Académico do Agreste. Especialista en Educación y Derechos Humanos por la Universidade Federal de Pernambuco y en Enseñanza de Lengua Portuguesa por la Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Caruaru (FAFICA). Graduada en Pedagogía por la Faculdade Educacional da Lapa (FAEL) y licenciada en Letras por la Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde (AESA). Actualmente, es profesora de la Secretaría de Educación del Estado de Pernambuco, cedida a la Universidade de Pernambuco (UPE), Campus Garanhuns.

Mario de Faria Carvalho, Universidade de Pernambuco - UPE, Garanhuns-PE, Brasil

Doctor en Ciencias Sociales por la Université René Descartes – Paris V (2008). Diplôme d'Études Approfondies (DEA) en Ciencias Sociales por la Université de Caen Basse-Normandie (2001). Graduado en Diseño por la Ecole d'Architecture de Grenoble (1996) y por la Universidade Federal de Pernambuco (1992). Actualmente, es Profesor Asociado del Núcleo de Diseño y Comunicación y docente permanente del Programa de Posgrado en Educación Contemporánea de la Universidade Federal de Pernambuco, Centro Académico do Agreste.

Citas

ARAÚJO, M. A. L. de . Os sentidos da sensibilidade e sua fruição no fenômeno do educar. Educação em Revista, v. 25, n. 2, p. 199-221, ago. 2009.

CARVALHO, M. de F. A metáfora dos espelhos na contribuição do método persona: diálogos entre imaginário e barroco. In: LINS, Eunice Simões; MORAES, Heloisa Juncklaus Preis (org.). Mídia, Cotidiano e Imaginário. João Pessoa: Editora UFPB, 2019.

CARVALHO, M. de F. A metáfora dos espelhos na contribuição do método persona: diálogos entre imaginário e barroco. In: LIRA, Patrícia Oliveira; SILVA Taciano Valério Alves da (orgs.). Cozinhando a Nós e aos Outros: antropofagia, políticas da diferença e outras narrativas. Recife: EDUPE, 2019.

CARVALHO, M. F. de; PEREIRA, C. O paradigma epistêmico da persona. In.: BRACCHI, D. N.; CARVALHO, M. de F. Visualidades, cultura e imaginário: pressupostos poéticos e sensíveis para a educação e a arte. (org.). Recife: Editora UFPE, 2021.

CAMPOS, A.; PEREIRA, C. Infância e imaginação: perspectivas poéticas para educação sensível. In.: Imaginário, Estética e Cultura: ensaios transdisciplinares. (org.) Graciele Andrade, Clécia Pereira e Mário de Faria Carvalho. Recife: Editora Pimenta Cultural, 2021.

CORAZZA, S. M. Docência-pesquisa da diferença poética de arquivo- mar. Porto Alegre: Doísa, 2017.

CORAZZA, S. M. O docente da diferença. Periferia, [S. l.], v. 1, n. 1, 2012. DOI: 10.12957/periferia.2009.3422. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/periferia/article/view/3422. Acesso em: 23 jun. 2024.

CORAZZA, S. M. Artistagens: filosofia da diferença e educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.

DELEUZE, G..; GUATTARI, F. Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia. Rio de Janeiro: Editora 34, 2021. v. 1

DELEUZE, G. Diferença e repetição. (Trad. Luiz Orlandi e Roberto Machado.) Rio de Janeiro: Graal, 1988.

DURAND, G. As estruturas antropológicas do imaginário: introdução à arquetipologia geral. 4. ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2001.

GUATTARI, F.; ROLNIK, S. Micropolítica: cartografias do desejo. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 1996.

HANSEN, D. T. Uma poética do ensino. Educação em Revista, [S. l.], v. 6, n. 1, p. 95-128, 2021. DOI: 10.36311/2236-5192.2005.v6n1.601. Disponível em: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/educacaoemrevista/article/view/601. Acesso em: 29 jun. 2024.

NUNES, M. C. Dobra Barroca, Dobra Pós-Moderna: deslocamento, repetição e trans-historicidade na arquitetura. Asas da Palavra. vol. 15. n. 2. dez. 2018. ISSN1415-7950. Disponível em: http://revistas.unama.br/index.php/asasdapalavra/article/view/125. Acesso em: 30 set. 2023.

OLIVEIRA, V. M. F. de; SILVA, M. da. Ensaio em defesa da leveza, do sensível e da sensibilidade na pesquisa em educação. Educação e Filosofia, Uberlândia, v. 30, n. 60, p. 775-798, 2016. DOI: 10.14393/REVEDFIL.issn.0102-6801.v30n60a2016-p775a798. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/EducacaoFilosofia/article/view/27287. Acesso em: 22 jun. 2024.

PAVÃO, B. P.; M. R.; SILVA FILHO, L. M. da; CARDOSO, F. da S.; FARIA CARVALHO, M. Cartografia e imaginário: encruzilhadas teórico-metodológicas nos territórios da pesquisa em educação. Revista Pesquisa Qualitativa, [S. l.], v. 11, n. 28, p. 908-927, 2023. DOI: 10.33361/RPQ.2023. v.11, n.28, p. 608. Disponível em: https://editora.sepq.org.br/rpq/article/view/608. Acesso em: 22 jun. 2024.

PICCHIONI, M. S. Y. Implicações do método cartográfico para a educação: a sala de aula como lugar de invenção. Revista Veras, São Paulo, v. 11, n. 2, p. 278-299, jul-dez 2021. DOI: 10.14212/veras. v. 11, n. 2. 2021.

RANCIÈRE, J. A partilha sensível: estética e política. Tradução de Mônica Costa Netto. 2. ed. São Paulo: EXO experiemental org.; Editora 34, 2009.

RICOEUR, P. A metáfora viva. Tradução Dion Davi Machado. 3. Ed. São Paulo: Edições Loyola, 2015.

ROLNIK, S. Cartografia sentimental: transformações contemporâneas do desejo. 2. ed. Porto Alegre: Sulina; UFRGS, 2016.

SANTIN, S. Educação e sensibilidade. LABOMÍDIA, Santa Maria,14 de out. 1997. Disponível em: https://labomidia.ufsc.br/Santin/Filosofia/Educa%C3%A7ao_e_Sensibilidade.pdf. Acesso em: 22 ago. 2023.

Publicado

2026-08-05

Cómo citar

AMARAL, Clécia Juliana Gomes Pereira; CARVALHO, Mario de Faria. La Docencia Desde la Perspectiva de la Sensibilidad: Una Discusión Epistémico-Metodológica Sobre el Método Persona. Revista Profissão Docente, Uberaba, MG, v. 26, n. 51, p. 1–17, 2026. DOI: 10.31496/rpd.v26i51.1738. Disponível em: https://revistas.uniube.br/index.php/rpd/article/view/1738. Acesso em: 6 ago. 2026.

Artículos similares

1 2 3 4 > >> 

También puede Iniciar una búsqueda de similitud avanzada para este artículo.