Los Saberes Docentes Movilizados en la Inserción de la Cultura Oceánica en la Escuela: una Metasíntesis

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.31496/rpd.v26i51.2006

Palabras clave:

saberes docentes, escuela, cultura oceánica

Resumen

El propósito de este estudio fue analizar las perspectivas de un estudiante de la licenciatura en Ciencias de la Naturaleza con respecto a su experiencia práctica durante las Prácticas Docentes Supervisadas, específicamente en la enseñanza de Física en la Educación Secundaria. La investigación adoptó un enfoque cualitativo del tipo relato de experiencia, con datos estructurados a partir del diario de campo y de las actividades planificadas para el período de práctica docente realizado en 2023. Este período estuvo marcado inicialmente por tensiones sociales y una baja asistencia escolar debido a amenazas de atentados. La práctica pedagógica se fundamentó en la metodología de los Tres Momentos Pedagógicos (3MP) e integró recursos tecnológicos, como Google Maps y herramientas para la creación de nubes de palabras, además de actividades lúdico-experimentales para la enseñanza de la Cinemática. Los resultados indican que la articulación entre la dimensión lúdica y la alfabetización científica contribuyó a cuestionar la percepción de la Física como una disciplina tediosa centrada únicamente en el uso de fórmulas, al tiempo que favoreció la participación y la autonomía investigativa de los estudiantes. Se concluye que las prácticas docentes fueron decisivas para la consolidación tanto de la praxis como de la identidad del estudiante como docente-investigador. Tras finalizar la licenciatura, su trayectoria académica comprendió el ingreso en programas de maestría y doctorado, culminando en su actual desempeño como docente en la Educación Superior.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Jéssica Cristine Costa Carvalho, Universidade Federal do Maranhão - UFMA, São Luís, MA, Brasil

Maestranda en el Programa de Posgrado en Enseñanza de las Ciencias y las Matemáticas de la Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Especialista en Educación Ambiental y Ciudadanía. Graduada en Licenciatura en Ciencias Biológicas por la Universidade Federal do Maranhão. Actualmente, integra el Grupo de Divulgación Científica y Educación Ambiental (DICEA-UFMA). Desarrolla estudios en las áreas de enseñanza de las Ciencias y la Biología, educación ambiental y cultura oceánica.

Carlos Erick Brito de Sousa, Universidade Federal do Maranhão - UFMA, São Luís, MA, Brasil

Doctor en Educación en Ciencias y Matemáticas por la Universidad Federal de Mato Grosso (UFMT). Posdoctorado en Educación por la Universidad Federal de Ceará (UFC). Profesor adjunto del Curso de Ciencias Biológicas - Licenciatura y docente permanente del Programa de Posgrado en Enseñanza de Ciencias y Matemáticas (PPECEM) de la Universidad Federal de Maranhão (UFMA). Líder del Grupo de Investigación en Educación, Divulgación Científica y Medio Ambiente (DICEA/UFMA). 

Citas

ALENCAR, E. S. de; ALMOULOUD, S. A. A metodologia de pesquisa: metassíntese qualitativa. Revista Reflexão e Ação, Santa Cruz do Sul, v.25, n.3, p.204-220, 2017. DOI: 10.17058/rea.v25i3.9731. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/322446734_A_metodologia_de_ pesquisa_metassintese_qualitativa. Acesso em: 16 dez. 2025.

BARDIN, L. Análise de Conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2016. 279p. Disponível em: https://madmunifacs.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/08/anc3a1lise-de-contec3bado-laurence-bardin.pdf. Acesso em: 20 dez. 2025.

BRIZOLLA, M. M. B. et al. Uma revisão sobre a pesquisa qualitativa em ciências sociais aplicadas. UFAM Business Review, Manaus, v.2, n.3, p. 103-130, 2020. DOI: 10.47357/ufambr.v2i3.8087. Disponível em: https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/ufambr/article/view/8087. Acesso em: 17 dez. 2025.

CAMPOS, A. F. M. de; CAETANO, L. M. D.; GOMES, V. M. L. R. Revisão Sistemática de Literatura em Educação: características, estrutura e possibilidades às pesquisas qualitativas. Linguagens, Educação e Sociedade, Teresina, v. 27, n. 54, p. 139-169, 2023. DOI: 10.26694/rles.v27i54.2702. Disponível em: https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/2702. Acesso em: 19 dez. 2025.

DECKS, B. M. et al. A construção de um banco de dados com recursos didáticos de apoio para o desenvolvimento de práticas escolares de educação ambiental. Revista Brasileira de Educação Ambiental (RevBEA), São Paulo, v.19, n.7, p.444-454, 2024. DOI: 10.34024/revbea.2024.v19.19135. Disponível em: https://periodicos.unifesp.br/index.php/revbea/article/view/19135. Acesso em: 17 dez. 2025.

DE TONI, K. R..; FONSECA, A. L.; CREMER, M. J. A semântica da cultura oceânica: várias definições num só oceano. Desenvolvimento e Meio Ambiente, Curitiba, v. 63, p. 1-23, 2024. DOI: 10.5380/dma.v63i0.88097. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/made/article/view/88097. Acesso em: 16 dez. 2025.

FERREIRA, M. L. et al. Perspectiva ambiental dos estudantes do ensino básico de Paranaguá (PR) sobre o ecossistema manguezal. Revista Brasileira de Educação Ambiental (RevBEA), São Paulo, v. 19, n. 1, p. 192-217, 2024. DOI: 10.34024/revbea.2024.v19.15624. Disponível em: https://periodicos.unifesp.br/index.php/revbea/article/view/15624. Acesso em: 14 dez. 2025.

GATTI, B. A. Formação de professores no Brasil: características e problemas. Educação & Sociedade. Campinas, v.31, n.113, p. 1355-1379, 2010. DOI: 10.1590/S0101-73302010000400016. Disponível em: https://www.scielo.br/j/es/a/R5VNX8SpKjNmKPxxp4QMt9M/?lang=pt. Acesso em: 13 dez. 2025.

GHILARDI-LOPES, N. P. et al. Oceano como tema interdisciplinar na educação básica brasileira. Ambiente & Sociedade, São Paulo, v. 26, p. 1-22, 2023. DOI: 10.1590/1809-4422asoc20210134vu2023L2AO. Disponível em: https://www.scielo.br/j/asoc/a/3KJXMtr3BLmYZPdPZKsrRsS/?lang=pt. Acesso em: 14 dez. 2025.

IMBERNÓN, F. Formação continuada de professores. Porto Alegre: Artmed. 2010. 208 p. Disponível em: https://pt.scribd.com/document/505594133/IMBERNON-2010-Formacao-Continuada-de-Professores. Acesso em: 15 dez. 2025.

IMBERNÓN, F. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza. São Paulo: Cortez, v.14, 2022, 128p. Disponível em: https://books.google.com.br/books/about/Forma%C3%A7%C3%A3o_docente _e_profissional.html?id=Xz6AEAAAQBAJ&redir_esc=y. Acesso em: 22 dez. 2025.

MELO, M. V..; GAMA, R. P.; CRISTOVÃO, E. M. Iniciação e inserção à docência no Brasil: uma metassíntese conceitual. Educação, Santa Maria, v. 49, n.1, 2024. DOI: 10.5902/1984644471979. Disponível em: https://periodicos.ufsm.br/reveducacao/article/view/71979. Acesso em: 18 dez. 2025.

MINAYO, M. C. de S. (org.). Pesquisa Social. Teoria, método e criatividade. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002. Disponível em: https://wp.ufpel.edu.br/franciscovargas/files/2012/11/pesquisa-social.pdf. Acesso em: 17 dez. 2025.

MIRANDA, G. P. de; BECKER, V..; BEZERRA, E. P. Difundindo a cultura oceânica através da aprendizagem baseada em jogos digitais. Informática na educação: teoria & prática, Porto Alegre, v. 25, n. 1, p. 87-105, 2022. DOI: 10.22456/1982-1654.122391. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/InfEducTeoriaPratica/article/view/122391. Acesso em: 10 dez. 2025.

NÓVOA, A. Firmar a profissão como professor, afirmar a profissão docente. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v.47, n.166. p.1106-1133. Out./dez. 2017. DOI: 10.1590/198053144843. Disponível em: https://publicacoes.fcc.org.br/cp/article/view/4843 . Acesso em: 18 dez. 2025.

NÓVOA, A. Os professores e a sua formação num tempo de metamorfose da escola. Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 44, n. 3, p. 1-15, 2019. DOI: 10.1590/2175-623684910. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/educacaoerealidade/article/view/84910. Acesso em: 11 dez. 2025.

OLIVEIRA, C. Z. de. Elaboração de objetos de aprendizagem por meio de aplicativos educacionais: Análise da formação profissional docente. Revista Multidisciplinar do Nordeste Mineiro, v. 3, n. 1, p. 1-17, 2025. DOI: 10.61164/rmnm.v9i1.3991. Disponível em: https://repositorio.alfaunipac.com.br/publicacoes/2025/1085_elaboracao_de_ objetos_de_aprendizagem_por_meio_de_aplicativos_educacio.pdf. Acesso em: 27 dez. 2025.

OLIVEIRA, G. S. de; MIRANDA, M. I.; SAAD, N. dos S. Metassíntese: uma modalidade de pesquisa qualitativa. Cadernos da FUNCAMP, Monte Carmelo, v. 19, n. 42, p. 145-156, 2020. Disponível em: https://revistas.fucamp.edu.br/index.php/cadernos/article/view/2299. Acesso em: 17 dez. 2025.

OLIMPÍADA NACIONAL DE CIÊNCIAS (ONC). Por que falar de cultura oceânica? Disponível em: https://www.onciencias.org/noticias/por-que-falar-sobre-cultura-oceanica. Acesso em: 26 dez. 2025.

PAZOTO, C..; DUARTE, M..; SILVA, E. Cultura Oceânica e escola: a percepção do professor sobre o ensino de conteúdos relacionados aos ambientes marinhos. Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental (REMEA), Rio Grande, v. 40, n. 2, p. 127-152, 2023. DOI: 10.14295/remea.v40i2.14407. Disponível em: https://periodicos.furg.br/remea/article/view/14407. Acesso em: 23 dez. 2025.

POZO, J. I. GÓMEZ CRESPO, M. Á. A aprendizagem e o ensino de ciências: do conhecimento cotidiano ao conhecimento científico. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. Disponível em: https://livrista.com.br/livros/a-aprendizagem-e-o-ensino-de-ciencias-juan-i-pozo-miguel-angel-gomes-crespo. Acesso em: 28 dez. 2025.

PIMENTA, S. G. Formação de professores - saberes da docência e identidade do professor. Revista da Faculdade de Educação da USP, São Paulo, v.22, n.2, p.72-89, 1996. DOI: 10.1590/S0102-25551996000200004. Disponível em: https://revistas.usp.br/rfe/pt_BR/article/view/33579. Acesso em: 29 dez.2025.

PIMENTA, S. G. Professor reflexivo: construindo uma crítica. In: PIMENTA, S. G.; GHEDIN, E. (org.). Professor reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2012, p. 17-52. Disponível em: https://pt.scribd.com/document/400181891/professor-reflexivo-no-brasil-genese-e-critica-de-um-conceito-pdf. Acesso em: 19 dez. 2025.

PINHEIRO, W. S.; VALENTE, E. A. T. Metodologias ativas no âmbito da Educação Básica: uma revisão sistemática de literatura. Revista Caribeña de Ciencias Sociales, Miami, v. 13, n. 12, p.01-15, 2024. DOI: 10.55905/rcssv13n12-010. Disponível em: https://www.revistacaribena.com/ojs/index.php/rccs/article/view/4385. Acesso em: 18 dez. 2025.

ROSÁRIO, C. dos S. Tartarugas marinhas e a conservação dos oceanos na educação ambiental: material didático para o ensino médio. Revista Brasileira de Educação Ambiental (RevBEA), São Paulo, v. 20, n.2, p.1-19, 2025. DOI: 10.34024/revbea.2025.v20.19356. Disponível em: https://periodicos.unifesp.br/revbea/article/view/19356. Acesso em: 15 dez. 2025.

SANTANA, V. G. da S.; GAVILAN, S. A.; ARAÚJO, M. F. F. de. Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: concepção de docentes em exposição sobre fauna marinha. Retratos da Escola, Brasília, v. 19, n. 44, p. 779-796, 2025. DOI: 10.22420/rde.v19i44.2097. Disponível em: https://retratosdaescola.emnuvens.com.br/rde/article/view/2097. Acesso em: 17 dez. 2025.

SILVA, A. D. de C.; CARVALHO, L. L. de. Recifes de coral: A importância da tecnologia e dos jogos didáticos no processo de Educação Ambiental no Ensino Básico. Ambiente & Educação: Revista de Educação Ambiental, Rio Grande, v. 27, n. 2, p. 1-35, 2022. DOI: 10.14295/ambeduc.v27i2.14084. Disponível em: https://periodicos.furg.br/ambeduc/article/view/14084. Acesso em: 16 dez. 2025.

SILVA, G. de S. et al. Educação Ambiental para crianças seguindo a Agenda 2030: Mobilizando sobre a biodiversidade dos oceanos. Research, Society and Development (RSD), [S.I.], v. 12, n. 8, p. 1-15, 2023. DOI: 10.33448/rsd-v12i8.42946. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/42946. Acesso em: 12 dez. 2025.

SMANIOTTO, F. et al. Educação Oceânica: jogo didático “Tarta Certo” como estratégia de sensibilização ambiental. Journal of Education Science and Health (JESH), [S.l.], v. 2, n. 4, p. 1-12, 2022. DOI: 10.52832/jesh.v2i4.152. Disponível em: https://bio10publicacao.com.br/jesh/article/view/152. Acesso em: 22 dez. 2025.

SOARES, S. de J. Pesquisa Científica: uma abordagem sobre o método qualitativo. Revista Ciranda, [S.l.], v. 1, n. 1, p. 168-180, 2019. Disponível em: https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/ciranda/article/view/314. Acesso em: 17 dez. 2025.

TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. 17. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2017.

VALLE, P. R. D.; FERREIRA, J. de L. Análise de conteúdo na perspectiva de Bardin: contribuições e limitações para a pesquisa qualitativa em educação. Educação em Revista, Belo Horizonte, v. 41, p.1-21, 2025. DOI: 10.1590/0102-469849377. Disponível em: https://www.scielo.br/j/edur/a/hhywJFvh7ysP5rGPn3QRFWf/?lang=pt. Acesso em: 20 dez. 2025.

Publicado

2026-08-04

Cómo citar

CARVALHO, Jéssica Cristine Costa; BRITO DE SOUSA, Carlos Erick. Los Saberes Docentes Movilizados en la Inserción de la Cultura Oceánica en la Escuela: una Metasíntesis . Revista Profissão Docente, Uberaba, MG, v. 26, n. 51, p. 1–22, 2026. DOI: 10.31496/rpd.v26i51.2006. Disponível em: https://revistas.uniube.br/index.php/rpd/article/view/2006. Acesso em: 5 oct. 2026.

Artículos similares

1 2 3 4 > >> 

También puede Iniciar una búsqueda de similitud avanzada para este artículo.