Síndrome de Burnout e a Realidade de Professoras Universitárias Mães: um Estudo de Caso na ESEF/UFPEL
DOI:
https://doi.org/10.31496/rpd.v26i51.1990Palavras-chave:
síndrome de burnout, professoras universitárias, maternidade, exaustão emocional, suporte emocionalResumo
Investigou-se a prevalência e os níveis da Síndrome de Burnout em professoras universitárias mães da Escola Superior de Educação Física e Fisioterapia (ESEF) da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). A pesquisa adotou uma abordagem mista, combinando métodos quantitativos e qualitativos, e contou com a participação de oito professoras universitárias mães. Os dados foram coletados por meio de questionários sociodemográficos e do Inventário de Burnout de Maslach (MBI-ES), permitindo a avaliação das dimensões de exaustão emocional, despersonalização e realização profissional. Os resultados indicaram que 62,5% das participantes apresentaram níveis médios ou altos de exaustão emocional, enquanto 37,5% relataram baixa realização profissional, fatores que podem comprometer a qualidade do ensino e a saúde mental das docentes. No entanto, 62,5% das professoras demonstraram baixos níveis de despersonalização, sugerindo que, apesar da sobrecarga, mantêm um vínculo significativo com a profissão. Constatou-se que a maternidade intensifica o risco de Burnout, devido à necessidade de conciliar múltiplas responsabilidades.
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