La Dimensión Estético-Artística de las Prácticas Pedagógicas en Schiller, Huizinga y Nietzsche
DOI:
https://doi.org/10.31496/rpd.v26i51.1773Palabras clave:
arte, estética, juego, prácticas pedagógicas, Schiller, Huizinga, NietzscheResumen
El artículo examina la dimensión estético-artística de las prácticas pedagógicas, a partir de las concepciones de estética y arte en Friedrich Schiller, Johan Huizinga y Friedrich Nietzsche. Este texto forma parte de una investigación de maestría y adopta un enfoque cualitativo de carácter exploratorio, con base en un análisis bibliográfico de obras fundamentales como La educación estética del hombre (1795), Homo Ludens (1944) y El nacimiento de la tragedia (1921). El análisis se orienta a comprender en qué medida las prácticas pedagógicas pueden ser reinterpretadas a la luz de las perspectivas estético-artísticas de estos autores. Los resultados sugieren que la incorporación consciente de los fundamentos estéticos schillerianos —en particular el impulso lúdico y la educación estética—, junto con la concepción huizinguiana del juego como una dimensión constitutiva y estéticamente configurada de la vida cultural, y la interpretación nietzscheana del arte trágico como afirmación de la vida, amplía las posibilidades de innovación pedagógica y contribuye a la superación de modelos educativos sustentados en la racionalidad tecno-instrumenta
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