La Dimensión Estético-Artística de las Prácticas Pedagógicas en Schiller, Huizinga y Nietzsche

Autores/as

  • Eliane Aparecida Barbosa da Silveira Universidade Federal de Lavras - UFLA, Lavras, Brasil
  • Carlos Betlinski Universidade Federal de Lavras - UFLA, Lavras, Brasil https://orcid.org/0000-0003-1747-466X

DOI:

https://doi.org/10.31496/rpd.v26i51.1773

Palabras clave:

arte, estética, juego, prácticas pedagógicas, Schiller, Huizinga, Nietzsche

Resumen

El artículo examina la dimensión estético-artística de las prácticas pedagógicas, a partir de las concepciones de estética y arte en Friedrich Schiller, Johan Huizinga y Friedrich Nietzsche. Este texto forma parte de una investigación de maestría y adopta un enfoque cualitativo de carácter exploratorio, con base en un análisis bibliográfico de obras fundamentales como La educación estética del hombre (1795), Homo Ludens (1944) y El nacimiento de la tragedia (1921). El análisis se orienta a comprender en qué medida las prácticas pedagógicas pueden ser reinterpretadas a la luz de las perspectivas estético-artísticas de estos autores. Los resultados sugieren que la incorporación consciente de los fundamentos estéticos schillerianos —en particular el impulso lúdico y la educación estética—, junto con la concepción huizinguiana del juego como una dimensión constitutiva y estéticamente configurada de la vida cultural, y la interpretación nietzscheana del arte trágico como afirmación de la vida, amplía las posibilidades de innovación pedagógica y contribuye a la superación de modelos educativos sustentados en la racionalidad tecno-instrumenta

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Eliane Aparecida Barbosa da Silveira, Universidade Federal de Lavras - UFLA, Lavras, Brasil

Magíster en Educación por la Universidade Federal de Lavras (2025). Graduada en Pedagogía por el Instituto de Educação e Ensino Superior de Campinas (2009). Actualmente, es profesora de la Escola Estadual de Furnas y actúa en el área de Educación Pública desde 2007.

Carlos Betlinski, Universidade Federal de Lavras - UFLA, Lavras, Brasil

Doctor (2006) y Magíster (2000) en Educación por la Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Graduado en Filosofía por la Centro Universitário Assunção (UNIFAI) y en Pedagogía por el Liceu São Paulo. Actualmente, es Profesor Asociado de la Universidade Federal de Lavras (UFLA), actuando en programas de grado y posgrado. Es editor jefe de la revista científica Devir Educação.

Citas

ALMEIDA, R. de; ARAÚJO, A. F. de. A transcriação do mundo pela experiência: esboço para uma educação estética. Eccos Revista Científica, n. 53, p. 1-18, 2020.

ANTUNES, J. Schiller e a educação estética e revolucionária do homem. Revista Dialectus, v. 10, n. 1, 2017. Disponível em: https://philpapers.org/rec/ANTSEA-3. Acesso em: 29 maio 2024.

COLI, J. O que é arte. 15 ed. São Paulo: Brasiliense, 1995.

FREIRE, P. Pedagogia da indignação: cartas pedagógicas e outros escritos. São Paulo: UNESP, 2000.

FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 34.ed. São Paulo: Paz e Terra, 2006.

GOMES, G. M. C. de A.; CARVALHO, M. de F. Por uma pedagogia do belo: educação, estética e sensibilidades. EccoS-Revista Científica, n. 53, p. 16647, 2020.

HERMANN, N. Ética e estética a relação quase esquecida. Porto Alegre: Edipucrs, 2005.

HUIZINGA, J. Homo Ludens. São Paulo: Perspectiva, 2019.

LOPONTE, L. G. Tudo isso que chamamos de formação estética: ressonâncias para a docência. Revista Brasileira de Educação, v. 22, p. 429-452, 2017.

LOPONTE, L. G. Arte, formação estética e paisagens inéditas para a docência. Revista GEARTE, v. 10, 2023.

LOVISOLO, H. R.; BORGES, C. N. F.; MUNIZ, I. B. Competição e cooperação: na procura do equilíbrio. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, v. 35, p. 129-143, 2013.

MACHADO, R. O nascimento do trágico: de Schiller a Nietzsche. Rio de Janeiro: Zahar, 2012.

MAIA, N. D. S. Sobre o conceito de educação estétia em Friedrich Schiller: um estudo comparativo entre as Cartas a Augustenburg e sobre a educação estétia do homem.

2021. 291 f. Tese (Doutorado em Filosofia) – Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2021.

MARQUES, H.; GONÇALVES, D. Do conceito de inovação pedagógica. Vivências educacionais, v. 7, p. 36-45, 2021.

MOSÉ, V. A espécie que sabe. Rio de Janeiro: Nobilis, 2019.

NIETZSCHE, F. O nascimento da tragédia, ou Helenismo e Pessimismo. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.

SANTOS, M. I. dos; BETLINSKI, C.. A experiência estética na prática docente da educação básica. Revista Teias, Rio de Janeiro, v. 22, n. 67, p. 450-465, out. 2021. Disponível em: http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S198203052021000400450&lng=pt&nrm=iso. Acesso em: 12 abr. 2023.

SHILLER, F. A educação estética do homem numa série de cartas. 4. ed. São Paulo: Iluminuras, 2002.

VEIGA, I. P. A. A prática pedagógica do professor de didática. Campinas, SP: Papirus, 1989.

Publicado

2026-05-19

Cómo citar

SILVEIRA, Eliane Aparecida Barbosa da; BETLINSKI, Carlos. La Dimensión Estético-Artística de las Prácticas Pedagógicas en Schiller, Huizinga y Nietzsche. Revista Profissão Docente, Uberaba, MG, v. 26, n. 51, p. 1–22, 2026. DOI: 10.31496/rpd.v26i51.1773. Disponível em: https://revistas.uniube.br/index.php/rpd/article/view/1773. Acesso em: 22 jul. 2026.

Artículos similares

1 2 3 4 > >> 

También puede Iniciar una búsqueda de similitud avanzada para este artículo.